Foco: fauna silvestre, conservação florestal e proteção de rios. O Salto do Yucumã pode ser o marco visual da expedição. Registrar resíduos, impactos de visitação e observações de fauna sem interferir no ambiente.
Referência: Parque Estadual do Turvo. A visitação deve seguir as regras oficiais.
Foco: campos de altitude, araucárias, nascentes e turismo responsável. Combinar deslocamentos por vias públicas com visitação regular aos mirantes e produção de conteúdo educativo.
Foco: conservação de paisagens, prevenção de incêndios e educação sobre campos naturais. Documentar sinais de erosão e impactos de visitantes em locais permitidos.
O acesso ao parque e às trilhas deve obedecer às regras vigentes do ICMBio.
Foco: floresta com araucárias, regeneração natural e valorização da biodiversidade. Registrar espécies com apoio técnico e divulgar práticas de conservação da Mata Atlântica.
Foco: proteção de rios, campos naturais e matas ciliares. Desenvolver observações sobre qualidade visual da água, resíduos e conservação das margens.
Referência: Parque Estadual do Tainhas; confirmar condições de acesso com a SEMA-RS.
Foco: conservação de praias, morros, lagoas e vegetação nativa. Promover educação ambiental, registro fotográfico e conscientização de visitantes.
Referência: Parque Estadual de Itapuã, com visitação sujeita às regras da unidade.
Foco: banhados, ilhas, áreas úmidas e resíduos. Realizar observação a partir de locais públicos autorizados e ações de conscientização com comunidades ribeirinhas.
Referência: Área de Proteção Ambiental e Parque Estadual Delta do Jacuí.
Foco: áreas úmidas, aves, recursos hídricos e pressão da ocupação humana. Fazer registros de campo sem entrar em áreas alagadas ou propriedades sem autorização.
Foco: aves migratórias, dunas, banhados e restingas. Desenvolver um diário de observação da avifauna e uma campanha sobre a importância dos ecossistemas costeiros.
Referência: informações oficiais de visitação do ICMBio
Foco: banhados, fauna, água e conservação de áreas úmidas. Realizar observação de fauna de pontos permitidos, sem acessar áreas restritas da estação ecológica.
Foco: vegetação costeira, lixo marinho, erosão e pressão turística. Organizar levantamentos visuais e mutirões de limpeza apenas com autorização e destinação correta dos resíduos.
Foco: dunas, restingas e Mata Atlântica costeira. Produzir material educativo sobre circulação responsável, proteção da vegetação e respeito à fauna.
A unidade tem regras próprias de visitação; não usar dunas ou praias como pista de veículos.
Foco: biodiversidade característica do Pampa, vegetação nativa e conservação de paisagens campestres. Documentar espécies e mudanças na paisagem em pontos autorizados.
Foco: conservação de remanescentes naturais, conectividade ecológica e prevenção de incêndios. Planejar com a gestão da unidade antes de qualquer atividade dentro da área protegida.
Foco: campos do Pampa, recursos hídricos e pressões sobre ecossistemas naturais. Priorizar entrevistas comunitárias, observação da paisagem e divulgação de boas práticas.
Foco: florestas nativas, fauna e fragmentação de habitats. Preparar registros de biodiversidade com distância adequada dos animais e sem coleta de material.
Foco: fragmentos florestais, educação ambiental e ligação entre comunidades e natureza. Combinar visitas educativas autorizadas com conteúdo sobre conservação da Mata Atlântica.
Foco: matas ciliares, resíduos e conscientização sobre água. Selecionar trechos de acesso público com parceiros locais e registrar problemas ambientais para encaminhamento aos órgãos competentes.
Foco: campos nativos, biodiversidade campestre, uso sustentável do solo e prevenção de incêndios. Trabalhar com produtores e comunidades para valorizar a conservação em propriedades rurais.
Foco: matas ciliares, conservação de cursos d’água e educação ambiental. Buscar parcerias com escolas, comunidades e gestores de áreas naturais para atividades de campo e campanhas.
